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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Os grandes democratas

Há vários países que, perante as condições conhecidas, não querem suportar a Grécia no Euro e dizem-no abertamente. É o caso da Eslováquia, Malta, Estónia e Finlândia (neste último até surgiram notícias de que o governo estava em risco de ruir). Parte do grupo que defendia o «é preciso respeitar a democracia grega» diz agora que estes países são insignificantes e a sua opinião não deve ser levada em conta (até temos o quadro com o peso relativo de cada país no €, o que é irónico dado que nesse mesmo quadro esses quatro países juntos valem mais do que os gregos). São engraçados estes nossos democratas.

Os comunas que querem viver com o dinheiro dos outros

O que Piketty devia pedir ao governo francês, já que gosta tantos dos gregos, era que este perdoasse tudo o que a Grécia deve à França. Ainda que na França a maior parte do eleitorado, a avaliar por sondagens recentes, também defenda a Grexit. De resto, não estejam à espera que sejam os contribuintes dos outros países a entrar com o dinheiro deles, pois por muito que esta boa malta socialista neotonta ache que o dinheiro dos outros é de todos e que eles é que dizem como os outros devem dispor ou não do que é deles, a Europa, felizmente, está longe de ir nesta lengalenga marxista.

«Vota Schulz»

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Como o senhor agora diz coisas do género «Se a Grécia continua no Euro após o referendo? Claro que sim, mas em caso de vitória do 'não' no referendo, os gregos terão que introduzir uma nova moeda, porque o euro já não estará disponível como meio de pagamento. E como pretendem pagar as pensões ou os salários?» ou «A minha fé no Governo grego bateu no fundo», presumo que depois de nos terem pedido para votar nele, tal como o Dijsselbloem, o senhor Schulz seja também ele, nas palavras do líder da Conselhia PS do Porto, «um dos chantagistas e direitistas que matam a social-democracia». Na foto, Seguro, Assis e Costa a matarem a social-democracia.

Cuba grega

Com as devidas diferenças (o processo não foi de todo semelhante): o Che Guevara já fez o seu papel; Fidel Castro ganhou a batalha e consolidou o poder; a invasão da Baía dos Porcos falhou. Se a Europa tivesse o pragmatismo dos norte-americanos a lidar com estas coisas era tudo tão mais fácil.

O fim da zona Euro

Há quem argumente que a saída da Grécia da zona Euro é o fim desta. Há esse risco - que na minha opinião é mínimo -, mas o efeito principal funciona ao contrário: a cedência aos gregos é que representaria o fim da zona Euro. Os gregos levassem a sua avante e amanhã teríamos referendos em Espanha, Portugal, Irlanda, com todos os devedores a usarem referendos para ditar as regras aos credores. Não custa perceber que a zona Euro não sobreviveria a uma coisa dessas.

A direita a cair logo em cima dos gregos

O ministro da economia alemão, líder do partido da mesma família europeia do PS que partilha o poder na Alemanha com a senhora Merkel, já avisou que não há condições para negociar com os gregos. Schulz, outro por quem os socialistas portugueses até andaram a fazer campanha nas últimas eleições europeias, contando colocá-lo como presidente da Comissão Europeia, também avisou hoje que o «não» significava a saída da Grécia da zona Euro. Entretanto, perspectiva minha, a senhora Merkel vai visitar Paris amanhã para impor a Hollande a sua solução para o caso grego. Não por acaso os franceses queriam um acordo com a Grécia antes do referendo. O «não» grego também aumenta o poder negocial de Merkel junto dos países que mais ardentemente desejavam um acordo a bem com os gregos. Sem nada que preveja a expulsão de um dos seus membros da zona Euro, agora é aguardar para ver a solução mais ou menos criativa que os líderes europeus vão encontrar para não ceder ao Syriza (agora, com mais propriedade, até se pode substituir Syriza por «vontade do povo grego»).

Oxi

A primeira coisa que Varoufakis apressou-se a transmitir assim que fecharam as urnas (faço notar o timing) foi que a imprensa tinha-o citado mal quando passou a informação de que garantia um acordo com Bruxelas nas 24 horas seguintes ao voto «não» no referendo. Como diria Juncker: «quando as coisas tornam-se sérias, temos de mentir». Dito isto, perante o resultado que se perspectiva, é chegado o momento da zona Euro resolver o problema grego de vez e começar a preparar-se para uma saída de um dos seus membros da moeda única. Para mim, dadas as preferências reveladas, esse caminho consolidou-se definitivamente como o melhor para ambos os lados.

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