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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Internacional fantasista

Seguro não podia pedir melhores companheiros mediáticos para a reunião da Internacional Socialista em Lisboa: a nulidade Royale e o fracassado Papandreou. Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és. De resto, nota-se perfeitamente que esta gente continua a delirar, sobrestimando a importância da política europeia na resposta à crise e subestimando as respectivas responsabilidades de cada um dos Estados-membros no que lhes aconteceu. Aliás, quando se acha que só por Draghi se explica o regresso aos mercados, ainda muito tímido, de países como Irlanda e Portugal é essa ideia que está a ser reforçada. Já faltou mais para a maioria dos povos dos periféricos voltarem à argumentação de que não vale a pena dar especial atenção aos desequilíbrios nas contas públicas e externas. Afinal, se quase tudo Draghi resolve, se quase tudo Draghi explica, andamos a tentar reduzir o défice público e externo a que propósito? Se em vez de reduzi-los, estes tivessem aumentado, tanto faria, não é assim? Europa malvada que não nos deixa gastar mais e mais. Não se compreende.

Árvore das patacas

Em Portugal gerou-se a convicção de que o Estado pagava e conseguiria pagar tudo. Nunca faltaria dinheiro ao Estado. Que o dinheiro que o Estado gasta venha dos impostos pagos pelos cidadãos e empresas do país era uma consideração menor, um facto passível de ser ignorado. Que durante anos e anos a fio os impostos cobrados não tenham sido suficientes para suprir os gastos do Estado, idem. Os portugueses convenceram-se que havia uma árvore das patacas a que o Estado podia jogar mão em caso de necessidade. Dessa fantasia nasceu a defesa irresponsável das obras públicas, dos investimentos estatais, do Estado que a todos acorre e que nunca deixaria de acorrer. Agora, essa fantasia morreu e os portugueses deixam-se abater pelo duro peso da realidade. Desiludidos, atiram parte da culpa pela situação que enfrentam para quem lhes anuncia com um realismo surpreendente o que ai vem e está por vir. O mau da fita é o que quer reformar o Estado, porque o Estado que tínhamos estava a funcionar tão bem, não era? E é vê-los, ao comediantes insatisfeitos, verdadeiros vendedores de ilusões e fantasias a preencherem tinta e mais tinta nos jornais com soluções para a crise que passam por gastar mais e mais dinheiro. Na mente desta gente a árvore das patacas existe, só falta indicarem-nos o caminho para darmos com ela. Mas deixem ver se adivinho: fica ali para os lados de Frankfurt e Berlim, não?

PIIGS

 

E entretanto, voltamos a isto: «o BCE pode ter-se visto obrigado a uma intervenção massiva em virtude do arrastamento das decisões por parte do Eurogrupo (reunião de ministros das Finanças dos 17 membros da zona euro), que ficou patente ontem, apesar das implicações negativas nas suas contas desta compra massiva de títulos dos países "periféricos" da zona euro. Os detentores privados de títulos destes países aproveitaram esta movimentação no mercado secundário para se desenvencilharem quanto antes de valores cujo futuro é incerto». Adiar a resolução dos problemas, como foi demonstrado até à exaustão em Portugal, só piora as coisas. Não é por esconder o lixo debaixo do tapete que o lixo evapora-se.

Nervosismo

Foi noticiado que o Banco Central Europeu (BCE) foi ao mercado comprar dívida portuguesa, o que acabou por acalmar o nervosismo. O nervosismo de quem? Do governo português?

Estamos totalmente dependentes da protecção do BCE, que não durará para sempre, e impotentes à espera de uma decisão da senhora Merkel e do senhor Sarkozy. Situação em que fomos colocados por este governo socialista que nos desgoverna. E há chamadas de gente nervosa para Frankfurt, mas também não faltarão chamadas de gente desesperada para Berlim.

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