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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Divagações

Enquanto espero pelos jogos de futebol desta tarde/noite, permitam-me mais uma ou outra divagação. Estive aqui a verificar e só em Fevereiro vi 31 filmes. Nada mau: quer dizer que, aproximadamente e durante o último mês, consegui garantir mais de duas horas por dia dedicados a uma das minhas paixões. Desde que Março começou, por outro lado, vi 2 filmes: ok, estou de volta ao ritmo. Mas voltei a escrever na blogosfera e, sobretudo, no twitter (já tinha algumas saudades de assumir a minha postura (algo fingida) pró-passista que tanto irrita quem tem um ódio a Passos e aos actuais governantes parecido ao que eu tinha por Sócrates). Mas é assim: a gestão do tempo é coisa chata e não dá para tudo. Mais: em Fevereiro acabei a leitura do Órix e Crex da Margaret Atwood, terminei praticamente de ler o Ano do Dilúvido da mesma autora e ainda tive tempo para ler finalmente o Auto-Retrato do Escritor enquando corredor de fundo do Murakami. Isto tudo sem um único dia de férias. Desconfio que este ano, no capítulo da leitura e do cinema, vá ser difícil voltar a ter um mês tão bom quanto o anterior.

 

 

Entretanto, (re)descobri todas as sinfonias do Beethoven. A sétima tem-se feito ouvir incansavelmente quase todos os dias, inclusive aos sábados de manhã no escritório, numa mistura perfeita entre trabalho e prazer (aumenta-me a produtividade? desconfio que não, mas não o digam a ninguém que isso agora não interessa nada). Às tantas dei por mim - muito graças ao Spotify -, a ouvir mais música clássica do que rock/pop contemporâneo. Com isto tudo, dei também por mim a pensar muito menos em política/economia: Fevereiro nesse capítulo foi um mar de tranquilidade. Fez-me bem, revigorou-me o espírito. Mas não há forma de tirar o gosto pela política de dentro de mim: basta um congresso do PSD e já está. A verdade é que comecei a gostar de política a acompanhar os velhinhos congressos do PSD: o espectáculo à frente da substância. E enquanto Marcelo discursava, e eu maravilhado não conseguia deixar de o ouvir pela televisão, isso tudo veio à tona, num mar de nostalgia e emotividade. Talvez não o devesse dizer, mas a política, às tantas, desperta em mim sentimentos que só o futebol consegue também despertar. Claro que encarar a política como futebol não será propriamente brilhante, mas não tenho como fugir daquilo que sinto. E Pedro Santana Lopes outrora já foi o meu Cristiano Ronaldo (calma, escrevi outrora: a idade pode não nos trazer juízo completo, mas sempre dá-nos alguma clarividência).

 

Mas voltando à música, nomeadamente ao rock/pop, a minha relação com esta tem por estes dias alguma semelhança para com o que se passa em relação ao cinema: um regresso aos êxitos do passado. A Rolling Stone aqui há uns anos fez a selecção das 500 melhores canções de todos os tempos e é a partir dessa escolha (um tanto ou quanto enviesada a favor dos anos 60 e 70) que se está a fazer o filtro do que ando a ouvir por estes dias. Fica um cheirinho com a inconfundível Aretha:

 

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