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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Não, pelo contrário, são adultos responsáveis

Um deles, Fernando Fernandes, um empresário do Porto, considera que os clientes lesados estão a ser tratados como crianças. Bem pelo contrário: estão a ser tratados como adultos, responsáveis por aquilo que assinaram e os riscos que incorreram. Eles é que se atiram para a posição de crianças quando acham que sempre que têm problemas em contratos privados devem começar a chorar na praça pública pelo auxílio do paizinho Estado, nomeadamente na exigência de que o Governo tome posição sobre o assunto. Se têm queixas e sentem-se injustiçados, o Estado tem um mecanismo a partir do qual podem esgrimir argumentos: o sistema judicial.

5 comentários

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    Mr. Brown 02.06.2015

    Carlos, por essa lógica, o que aconteceu no BPN é que faz sentido, que é o Estado a responsabilizar-se por tudo e assumir todos os prejuízos. Porque o mesmo que o Carlos diz para quem tinha papel comercial, porquê que não servirá para o accionista do BES? E para a malta da Goldman Sachs? E por ai além? Isso é que para mim não faz sentido. Instituições privadas, ainda que reguladas e supervisionadas, são isso mesmo: instituições privadas, onde riscos e responsabilidades são também privados (aliás, no argumentário de quem se queixa, parece que os activos em que apostaram não tinham risco: isso é algo que não acontece em nenhuma parte do mundo, até as dívidas públicas dos Estados têm risco). Se o negócio corresse bem - e muitos foram os que correram -, os proveitos (juros) iam para quem agora se queixa, não iam para o Estado. Assumir prejuízos nestes casos é precisamente o Estado a não ser sério: para com os contribuintes que pagam as contas.
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    Carlos Azevedo 02.06.2015

    Eu não disse que elas deixam de ser privadas. Disse, ou quis dizer, que o papel de supervisão e fiscalização foi manifestamente mal efectuado; e que, como se fosse a coisa mais normal do mundo, o PR veio dizer aos portugueses que o BES estava bem e se recomendava. Repare que não se limitou a uma generalidade do género « temos que confiar no normal funcionamento do supervisor e blá-blá-blá»: ele deu uma garantia, se podemos chamar-lhe assim, política. Se a coisa não tivese chegado a este ponto de irresponsabilidade política, eu, de um modo geral, subscreveria o seu comentário, até porque creio que cada um deve responder pelos riscos que corre -- desde que o Estado não crie a aparência de que o risco é menor do que aquilo que realmente é.
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    Mr. Brown 02.06.2015

    Ok. E eu não deixo de dizer que o papel da supervisão e fiscalização foi mal feito, que o Cavaco devia ter ficado calado (aliás, também devia ter ficado calado bem recentemente quando elogiou a recondução de Carlos Costa quase como se fosse uma pessoa insubstituível e ímpar enquanto governador do BdP) e que o BCE não devia ter andado a fazer testes de stress, politicamente motivados, para garantir que os bancos estavam bons sendo que passadas semanas o banco positivamente avaliado estava a falir, mas digo isto tudo ao mesmo tempo que insisto que o Estado, ou qualquer instituição europeia - que prestou iguais garantias -, não deve ser responsabilizado pelos prejuízos causados pela falência controlada do BES e que em Portugal há uma tendência absurda para achar que a maior parte dos custos deste tipo de casos deve sobrar para os ombros do Estado.
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    Carlos Azevedo 03.06.2015

    Creio que estamos de acordo. Num país normal, estas figuras, e não o Estado, é que seriam politicamente responsabilizadas pelo que (não) fizeram, mas, em Portugal, nem isso.
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