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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Os plantéis (Porto)

 

Quem pode, pode. E o Porto, em Portugal, deve ser o único capaz de fazer uma revolução do plantel ao nível da que fez este ano. Revolução absolutamente necessária num clube que apresenta um bom historial de entradas a matar após temporadas futebolísticas de má memória. Mas vamos às mexidas: jogadores que já demonstravam cansaço/falta de ambição ou pouco potencial para progredir, como Defour, Varela ou Fernando, saíram, a que se soma a venda milionária do defesa francês Mangala. Por outro lado, um jogador que se pensava estar de saída, o matador Jackson Martinez, não só ficou, como aparenta ter novo fulgor e estar longe do jogador desanimado da última época. Além disso, mostrando que a direcção terá aprendido alguma coisa com os problemas evidenciados em épocas passadas, o ataque foi reforçado com Adrián López, que ainda não fez por justificar o preço pago por ele, e o camaronês Aboubakar, o que torna a frente de ataque portista, pelo menos em teoria, numa armada poderosíssima e, se necessário, menos Jackson-dependente. Mas as entradas de jogadores não se ficaram pela frente de ataque. Na defesa - entre muitos outros reforços que aparentam vir para ter um papel mais secundário -, para colmatar a saída de Mangala, entrou o internacional holandês Martins Indi, defesa sólido que não deve ter problemas em impor o seu futebol. No meio-campo, de forma algo inesperada, apareceu um Rúben Neves de meros dezassete anos, a praticar bom futebol e a prometer muito para o futuro. A coisa torna-se ainda mais inesperada quando sabemos estar numa época em que se fala tanto, com razão, da falta de jogador portugueses a dar nas vistas. Este, pelo menos, está merecidamente a dar. Mas nem o Porto tem dinheiro para fazer uma revolução sem recurso a soluções que podem trazer alguns problemas: por exemplo, Casemiro para colmatar a saída de Fernando; Tello para ocupar o lugar de Varela; e Óliver Torres para dar uma criatividade à equipa que na época passada por vezes escasseava, vieram todos por empréstimo (curiosamente, cada um de um dos três primeiros classificados do campeonato espanhol da época passada). Todos eles podem acrescentar algo de novo ao Porto, mas todos eles parecem traduzir-se mais numa aposta de curto-prazo, período em que o Porto sente-se forçado a dar a volta à má época do ano passado sem deixar margem para qualquer dúvida, enquanto descura questões de médio-longo prazo. O mesmo pode ser dito daquele que tem sido, pelo menos até agora, o reforço com maior impacto nos jogos já realizados: Yacine Brahimi. Talento puro. Mas foi contratado e logo o Porto vendeu a maior parte do seu passe à Doyen, num negócio que parece estar associado ao de Mangala, num esquema semelhante ao que terá sido proposto ao Sporting no caso Rojo. O futuro dirá se o Porto decidiu melhor do que o Sporting, ou vice-versa, mas enquanto Brahimi passeia a sua classe pelo relvado do Dragão - tal como Rojo, sem que os sportinguistas então se queixassem, passeou a sua classe pelo relvado de Alvalade -, não posso deixar de achar que o Porto terá razão e os fundos, se bem aproveitados, sem demagogia e populismo, são um bom instrumento para rentabilizar a actividade do clube. Que mais pode ser dito do plantel do Porto? Que ainda falta provar se Herrera e Quintero deixam apenas de ser jogadores com enorme potencial e elevam o seu nível de jogo ao que o potencial promete. Que se outras soluções falharem, o Porto ainda foi buscar um talento brasileiro chamado Otávio. Que com tantos recursos, para tristeza de alguns portistas, Quaresma anda a ser sentado no banco. Que Julen Lopetegui tem tudo para ser herói, mas, se falhar, rapidamente virar vilão.

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