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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

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República dos Bananas

Longe vai o tempo em que Guterres gritava que Portugal não era uma «República das Bananas» a propósito da operação Champalimaud/Santander no final do século passado. Quem se recorda do barulho que se fez então e olha para o que aconteceu depois disso, não pode deixar de notar como eram curtos de vista os políticos de então e não tinham uma visão estratégica coerente e de longo prazo para o país. Pela forma como agiram, ou sabiam, mas por interesses imediatistas não quiseram saber, ou eram completamente ignorantes em relação ao que a globalização e a nossa presença no Euro e na União Europeia nos ia trazer. Muita dessa visão limitada era fruto de serem permeáveis a interesses de proximidade: basta recordar que a maior parte dos banqueiros nacionais opunha-se ao negócio (sempre o velho vício de querer evitar a concorrência de fora). Com a PT aconteceu algo semelhante aquando da OPA da Sonae. Não se podia tocar nessa vaca sagrada nacional onde a promiscuidade entre política e negócios sempre esteve em alta, ainda que fosse um grupo português a pretender ficar com ela (com a Sonae a comandar a PT, os Rui Pedro Soares desta vida dificilmente teriam assento na sala de administração da empresa). Mais tarde, novamente na PT, o caso do negócio da Vivo foi outra vergonha: Sócrates deixou que a Telefónica levasse a Vivo, mas só depois de garantir junto do Governo de Lula que a PT continuaria a ter presença no Brasil através da Oi. Perante o que hoje acontece ao campeão nacional - o que em muito se deve também e obviamente à gestão desastrosa da ex-dupla maravilha, sempre alinhada com a visão estratégica dos governos socráticos (e do BES) para a empresa, Bava/Granadeiro -, não posso deixar de esboçar um sorriso. Mas, perante tudo isto, já era tempo de termos aprendido alguma lição, não? Talvez, mas tenha existido aprendizagem ou não, a verdade é que o poder político, felizmente, tem cada vez menos empresas com que se entreter a promover a sua grande visão centralista estratégica para o país. Ainda assim, para as que tem, contínua em certos sectores a predominar um certo pensamento da treta político-estratégico: o presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu que a TAP não deve ser privatizada mas integrada numa grande companhia latino-americana. Quando também isso corresse de forma diferente da esperada, nenhum banana viria dar a cara pelas tretas que defendeu. Mas basta ter memória para saber isto: podemos nunca ter sido uma «República das Bananas», mas uma República que tem sido dominada por bananas temos sido certamente.

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