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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Porta-tontices e lata socialista

Se ontem elogiei uma deputada do BE, hoje digo que este tipo de intervenção da «porta-voz» do partido é, no mínimo, tonta. A venda do BPN, enquanto «caso político», é um nada absoluto. O caso político está a montante, mas claro que isso tem o defeito de não permitir atacar este Governo o que é uma chatice para a oposição. Mas há mais que importa dizer sobre o caso BPN: neste, o PS defendeu fortemente o governador do Banco de Portugal da altura. Compare-se essa defesa com a acusação insistente que faz agora do trabalho do actual governador no caso BES. Sim, bem sei, o PSD também terá invertido o seu lugar: mas, note-se, será que as falhas de regulação foram tão graves num caso como no outro? Serão mesmo comparáveis? Qual a dimensão do BPN em comparação com o BES? E o buraco de ambos, como é que comparam entre si? Tivesse o BES caído num buraco tão grande quanto o BPN e tivesse o governador do BdP, sem prejuízo de também ter cometido erros, tido uma actuação tão passiva quanto a do seu antecessor e coitados de nós.

A perturbação da tranquilidade nacional

Mudanças sugeridas pelo Banco de Portugal na gestão do Grupo Espírito Santo servem também para preparar chegada do BCE à supervisão da banca portuguesa. Em boa parte, é por causa disto que o BdP anda a cair em cima do BES: toda a banca nacional anda sujeita a uma pressão que lhe era, de todo, desconhecida. E cair em cima é chateá-los permanentemente. Pedir informações. Insistir nos pedidos. Queixar-se na comunicação social que o banco não responde aos pedidos de informação. Solicitar auditorias. Usar o poder de que dispõe para fazer exigências. Ontem, João Galamba, no twitter, usava o caso para desculpabilizar Constâncio. Dizia ele que Constâncio tinha feito o mesmo em relação ao BPN. Não, não fez. Não com a mesma insistência e urgência. E essa alegação seria mesmo motivo de chacota, não fosse estarmos perante coisas muito sérias. Constâncio, ao seu tempo, usou uma coisa muito típica que foi «o deixa andar» e «o que é preciso é não levantar muitas ondas». Enfim, isto dito, e podendo ter a União Bancária no espaço europeu alguns efeitos positivos como o que agora se constata ao nível de uma maior exigência ao nível da supervisão, fico á espera que isto nunca se confirme (a notícia é de 2012): Vítor Constâncio apontado para a presidência da União Bancária europeia.

Considerem-se avisados

Chipre pode ser modelo para futuros resgates. Depois suavizou as declarações, mas o aviso estava dado e dirige-se a países com bancos falidos que poderiam pensar em pôr todos os contribuintes da zona Euro a fazer o bailout total dessa mesma banca. E aqui está uma opinião com a qual todos os portugueses que criticam a nacionalização do BPN devem concordar: «Não queremos que os contribuintes salvem os bancos. Os bancos têm que se salvar a eles próprios». Em Espanha, e um pouco por toda a zona Euro, sentiu-se o tremor de terra.

Sobre o histerismo

Desculpas não se pedem, evitam-se. Mas continuemos: ao nível da responsabilidade pelo buraco do BPN que todos pagamos é muito maior a quota parte que cabe a Carlos Zorrinho do que a que cabe a Franquelim Alves, se é que cabe alguma a este último. Um esteve míseros 10 meses ligados à SLN na fase em que a própria SLN começava a comunicar ao regulador as fraudes de Olveira e Costa e companhia; o outro esteve desde sempre no Governo de José Sócrates, o mesmo Governo que nacionalizou o banco e que, sobretudo, geriu pessimamente a situação do banco nacionalizado, arrastando o processo e intensificando os prejuízos do mesmo que pesam agora no bolso do contribuinte. Não fiquem dúvidas: este secretário de Estado não devia ter sido escolhido, mas se é por uma suposta associação do próprio ao buraco do BPN que entrou-se no delírio dos últimos dias, também tenho a minha proposta: até por uma questão de coerência, a todo e qualquer cidadão ligado ao Governo de José Sócrates, o mesmo Governo que promoveu igualmente Constâncio para a vice-presidência do BCE, deve ser aplicado tratamento de choque igual ao que está a ser aplicado a Franquelim Alves. Obrigado.

Compra vs venda

Compra do BPN foi precipitada e pouco transparente, títula o DN, em referência a entrevista de Horta Osório ao jornal onde a crítica essencial recai sobre a forma como o banco foi nacionalizado e a demora verificada em proceder à sua reprivatização. Venda do BPN foi “precipitada e pouco transparente”, diz Horta Osório, títula a SIC (não é caso único entre a nossa imprensa). Nem vos vou dizer o que penso disto.

Le Pen à portuguesa

A este tipo de declarações também se pode chamar uma coisa muito feia. Francisco Louçã, na tentativa desesperada de marcar a agenda política a cada debate parlamentar, recorda-me o porquê de merecer estar na lista de personagens políticos mais detestáveis deste país.

 

Adenda: O primeiro-ministro disse ainda que «durante anos evitou-se a reprivatização para que isso não contasse para o défice», e isso «custou muito dinheiro aos portugueses». Claro: evitou-se a reprivatização porque esta obrigava a um reconhecimento imediato do dinheiro que tinha de ser enterrado com a nacionalização do BPN. «Custou oito mil milhões», diz Louçã. Muitos mil milhões terá custado, mas esse não foi o preço de um activo valioso, foi o preço de um buraco quase sem fundo que o Estado, bem ou mal, decidiu assumir como seu. Até podia ter sido o BE a ganhar as eleições em 2011 que o valor da factura não mudava. Aliás, quer pela sanha que o BE tem às privatizações, quer pela ideia de que as dívidas assumidas pelo Estado não são para pagar, tenho a certeza que acabaria por sair mais cara.

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