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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Não acredito nas sondagens

Seguro foi corrido do PS depois de ter concorrido às Europeias com o moderado Assis como cabeça de lista e o PS ter vencido o acto eleitoral (a moderação era mal vinda). Apesar da vitória, os jovens turcos não gostaram. Os opinadores também não gostavam. A oposição ao governo era fraca. Era preciso radicalizar para chegar à maioria absoluta. Vitórias por poucochinho é que não (agora até já ensaiam cenários onde a derrota do PS permite deixar Costa como PM ou, como dizia o outro, «o mundo mudou»). É por isso que não acredito nas sondagens, instrumento, aliás, agora desvalorizados por quem antes aplaudia efusivamente esta opinião: António Costa diz que sondagem demonstra urgência de nova liderança no PS (até 4 de Outubro já não dá para trocar a actual liderança, mas depois disso estejam á vontade). Mas porquê que não acredito nas sondagens? Porque malta como o deputado João Galamba e o opinador Adão e Silva só podiam ter razão na altura e, por arrasto, nestas eleições o PS vai ganhar folgado. Ou lembram-se de alguma vez esta gente ter falhado estrondosamente em alguma coisa que defenderam? Enfim, acabaram-se as vitória por poucochinho, ou vitória folgada... ou derrota humilhante.

«Más práticas estalinistas»

O problema do PS com a posição de Assis em torno de uma possível coligação com os partidos à sua direita é que esse discurso, se fosse a linha oficial do partido, não daria qualquer hipótese aos socialistas de chegarem à maioria absoluta. Por isso mesmo - e ainda que no futuro o tempo possa vir a dar razão a Assis -, o isolamento deste nessa matéria faz todo o sentido. Menos compreensível é que o partido que não «adopta as más práticas estalinistas» de eliminação da fotografia deste ou daquele líder, tenha deixado claro a Assis, ainda há muito pouco tempo cabeça de lista do partido nas eleições europeias, que a sua voz não era bem-vinda neste congresso. O PS quer tanto dar mostras de unidade que fica mal na fotografia.

Arrogância, simplismo, emocionalidade, incompreensão

Assis faz um raio-x a alguns colegas do partido: «insuportável arrogância moral, indisfarçável propensão para o simplismo doutrinário, preocupante valorização de uma linguagem emocional em detrimento da argumentação racional, inquietante incompreensão da realidade contemporânea». E conclui, certeiro, sobre a base programática desta gente: «se não estou enganado, este programa já existe e é da autoria do Bloco de Esquerda». É a malta com um pé no PS, outro no BE. Dito isto, o texto que está na origem do diagnóstico de Assis sobre uma certa ala do PS é de Tiago Barbosa Ribeiro, que já tinha merecido uma referência da minha parte aqui.

Moderados, radicais e troca-tintas

Francisco Assis, na TVI24, demarca-se de Soares e defende a estatégia moderada, ainda que impopular, de Seguro. Fernando Rosas, por outro lado, defende Soares. Ao mesmo tempo que isto acontece, a TVI24 passa imagens da Aula Magna onde Soares aparece a ser cumprimentado pela dupla que lidera o BE. Lamento que Soares acabe assim: desde as últimas presidenciais a que concorreu, deixou-se canibalizar pelo Bloco de Esquerda. Agora, até com Pacheco Pereira ao lado. A propósito disso, fui recordado disto: «A universalidade e gratuitidade deste tipo de serviços - saúde, educação e segurança social -, é exactamente aquilo que é insustentável. É a ideia do modelo social europeu. É completamente insustentável».

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