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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Coisa também cada vez mais óbvia

A presença na zona euro é-nos hoje muito menos hostil do que era quando o actual Governo iniciou funções. Esse menor grau de hostilização acabou também por beneficiar muito o actual Governo - por exemplo, na baixa da taxa de juro da dívida pública e nas reestruturações dessa mesma dívida feitas com o acordo dos restantes parceiros europeus -, mas ainda deverá beneficiar mais o próximo. Com isto não me refiro ao fim da austeridade - dependendo do que se entende por austeridade é possível dizer que este Governo já acabou com ela -, ou ao fim da necessidade de manter um controlo apertado das contas públicas - absolutamente necessário nos próximos anos -, coisa que o próximo Governo só não manterá se for tonto e irresponsável, mas a capacidade que hoje está-nos facilitada de fazer isso mesmo mantendo algum crescimento económico, porque o espartilho do Euro está menos apertado. Há, contudo, quem continue a iludir o eleitorado com o discurso dos novos ventos da Europa, fingindo não entender a forma como se processa a gestão de diferentes equilibrios e interesses dentro da zona Euro. As mudanças "favoráveis" na gestão da zona Euro que o PS aplaude só são possíveis fruto das mudanças "desfavoráveis" levadas a cabo pelos governos nacionais, incluindo o nosso, que o PS crítica. Essa crítica é, aliás, bastante preocupante: se o menor espartilho que o Euro nos impõe não for aproveitado para nos adaptarmos mais rapidamente ao que o Euro exige - as tais medidas duras que os governos nacionais, especialmente os do sul, ainda têm de levar a cabo -, então será pior a emenda que o soneto. E depois há o outro prato da balança: para felicidade de muita gente, a zona Euro finalmente aderiu ao quantitative easing, mas essa política monetária, nos seus efeitos, tem uma base ilusória e terá, com elevada probabilidade, este impacto: «It will benefit the owners of assets and actually wages will remain under pressure through competition and unemployment». A desigualdade vai tornar-se um tópico ainda mais quente nos próximos anos. Não há almoços grátis, nem soluções perfeitas.

Fisco e Ordem

«Argumentos como a violação dos princípios da igualdade». Se valeu para reformados e funcionários públicos, também devia valer para as empresas de energia, não? Mas o nosso Tribunal Constitucional tem razões que até a razão desconhece, pelo que nunca se sabe o que pode sair dali. De resto, apesar deste caso ser de entre os exemplos possíveis o pior - as grandes empresas, apesar de tudo, sabem e têm recursos para se defenderem da máquina do Estado como nenhum outro contribuinte terá -, a forma como o fisco actua perante quem, alegando que a lei está a seu favor, decide não pagar no imediato o que lhe está a ser exigido pelo Estado, é vergonhosa: esta coisa do «avanças para tribunal, meto-te a máquina fiscal dentro de casa a investigar-te» é um abuso inadmissível. E, repito, não é com pena das empresas de energia que escrevo isto.

Moviflor vs ENVC

Temos de arranjar forma de garantir que os trabalhadores da Moviflor não tenham menos sorte que os trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, certo? Se num caso não se deve atribuir a concessão a um operador privado, neste caso talvez valha a pena nacionalizar a empresa. Até porque empresas do Estado, por um qualquer milagre, nunca vão à falência. O que é nacional é bom. Abaixo a sueca IKEA. Vou já falar com o Soares e a Ana Gomes.

Por igual

Não faz sentido numa crise deste género tentar que toda a sociedade pague a crise por igual. E não faz sentido desde logo porque a crise resulta, também, de relações de força que existiam na sociedade portuguesa que beneficiaram certos sectores em relação a outros. Como a saída da crise terá de passar por uma alteração dessas relações de força, não é possível pensar que todos os membros da sociedade devem ser afectados por igual. O querer pôr todos a pagar por igual é, de certa forma, uma tentativa de não alterar essa relação de forças. Ou seja, de manter tudo na mesma. Não tarda, alguém explicará que o Governo deve garantir que os sacrifícios dos trabalhadores e empresários da construção civil sejam proporcionais aos dos seus pares das empresas exportadoras. E quem fala da construção civil, fala da função pública.

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