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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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We need a hero

Economistas neoliberais, que nunca leram, nem compreendem, Keynes, insistem nesta narrativa: «southern Europe still needs substantial amounts of “internal devaluation” — that is, still needs to reduce costs and prices relative to Germany». Treta. O que o país precisa é de um «choque salarial» com subida ainda mais acentuada do SMN. Isso, mais o «relançamento do setor da construção» e temos a casa arrumada. Força Costa! És o nosso herói.

O pior já passou

 

Deste relatório do Banco de Portugal. Nesta passagem recente da troika por Portugal, os salários reais dos trabalhadores caíram muito menos do que aquando da segunda intervenção do FMI, em 1983, e menos do que na primeira intervenção do FMI, em 1977. Ou deu-se um milagre desta vez e a intervenção da troika é um extraordinário sucesso, ou temos aqui indicio de que os salários ajustaram menos do que o que seria necessário para voltarmos a crescer a partir de uma posição sustentável. Já sei, os nossos salários são baixos? Verdade, mas ainda eram mais baixos na década de 70 e 80 e nem por isso deixaram de cair. Porque não caem agora? Porque, como o primeiro gráfico demonstra, não é possível fazer os salários cair, subindo-os. No contexto da zona Euro, com inflação praticamente inexistente; com o TC a decidir como decide; e com os políticos a pretenderem discutir aumentos de salário mínimo; isto vai correr bem, pois vai.

A culpa não é das políticas chavistas

O que está a acontecer na Venezuela com a inflação era absolutamente previsível, sendo esse o resultado invariável das políticas seguidas por aqueles que partilham parte das receitas económicas com o BE e o PCP. A economia de direcção central, que ignora a lógica do mercado, só pode, em aparência, fazer alguma coisa pelos pobres enquanto há riqueza para distribuir. Matam o mercado. Matam a riqueza. Restam os pobres. Mas claro que entre os venezuelanos não falta quem acredite que a inflação está a disparar por causa de empresários gananciosos que querem lucros e mais lucros. Valha-lhes o Maduro que está lá para os defender. Mas perante isto, basta perguntar: acabado o stock, como é que será?

Da lógica constitucional

O Tribunal Constitucional tem vindo a decretar inconstitucional toda a diminuição dos salários nominais dos funcionários públicos, além daquela que vigora desde 2011 fruto de uma lei do Governo Sócrates. Assim sendo, o que é um aumento do horário de trabalho sem respectivo aumento salarial se não um corte salarial? Inconstitucionalize-se a medida. Insistindo no tema, o que é o congelamento dos salários nominais quando confrontados com inflação se não um corte salarial? Não é por acaso que os economistas num caso referem-se a salários nominais e no outro a salários reais. Das duas, uma: ou inconstitucionaliza-se a inflação, ou obriga-se por força constitucional o Estado a aumentar os salários nominais dos seus trabalhadores pela bitola inflacionária. Isto se as decisões do Tribunal Constitucional são para serem coerentes e seguirem um padrão lógico.

O exemplo argentino

As estatísticas oficiais da inflação sugerem que os preços têm crescido em torno de 10%, mas as avaliações independentes apontam para variações na casa dos 25% e até mais. Uma das explicações para a manipulação da inflação prende-se com os salários a esta indexados, que são assim aumentados numa proporção inferior. Na Argentina estão a baixar os salários dos trabalhadores. À socapa, mas a baixar. E a subavaliação da inflação, como é óbvio e entre muitas outras coisas, depois tem reflexo na taxa de crescimento real do PIB divulgada, que não pode ser levada a sério. Mas há quem insista em apontar o exemplo argentino como caminho a seguir. Aldrabar indicadores económicos para iludir o verdadeiro desempenho económico do país dá muito jeito: ao Governo argentino e a quem o quer usar como exemplo. Mas são um belo exemplo, lá isso são: insistiram na fuga em frente e não resolveram verdadeiramente os seus problemas; isso pode ter representado um alívio temporário, mas mais cedo ou mais tarde, tais problemas teriam de voltar à superfície e em força. Eles ai estão. Mas como têm estado à nossa frente no clube da bancarrota e as dívidas, como se sabe, no pensamento de uma certa esquerda, não são para pagar, só podemos estar perante um caso exemplar de sucesso:

 

O Euro e a Constituição

No seu entender, a Constituição não está suspensa e o problema é a falta de dinheiro. A Constituição vem de um tempo em que a impressora para imprimir notas estava cá do nosso lado, depois da adesão ao Euro deixou de estar. Com moeda própria poderíamos por nossa decisão provocar a subida da inflação e por essa via proceder a uma diminuição dos salários reais sem tocar nos nominais. Com o Euro essa possibilidade está-nos vedada. Se a medida dos cortes de subsídios de natal e de férias é inconstitucional, então é a nossa presença no Euro que também o é.

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