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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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A «estrutura»

Ainda que possa dar-se o caso da vida acabar por correr-lhe bem esta temporada, o que não desejo, estou inclinado a suspeitar que Jorge Jesus está próximo de descobrir o quanto a «estrutura» conta. Num caso que, muito provavelmente, devia ter tido tratamento semelhante a este. Bruno de Carvalho, por outro lado, tal a forma atabalhoada como tem gerido o dossier Carrillo, ainda arrisca, pela bitola instituída pela próprio, a perder o cartão de sócio. Entretanto, humilhado em casa num jogo da Liga Europa, depois de ter sido afastado do torneio dos milhões, Jesus nem se lembrou de recorrer à famosa tirada «um jogo com nível de champions», mas voltou à lengalenga do «campeonato é o nosso objectivo», a qual usa pelo segundo ano consecutivo, o que demonstra não só disco gasto, mas também mentalidade medíocre (tanto mais incompreensível quando estamos perante um treinador que nas últimas três épocas foi por duas vezes à final da Liga Europa: perdeu ambição ou reconhece que essas presença não foram apenas, nem sobretudo, mérito dele?). Enfim, queiram os adeptos do Sporting que isto não comece a correr mal também no campeonato nacional, pois quando e se o presidente da instituição decidir que é tempo de afastar Jesus, não tendo o clube capacidade para pagar-lhe a indemnização face ao salário elevado que usufrui, à luz do modus operandis evidenciado por Bruno de Carvalho em situações diversas, vai ser o bom e o bonito.

O que têm António Costa e o Benfica em comum?

Perguntava o Expresso aqui há uns dias. Eu respondo: problemas de comunicação e de liderança. No dia em que no PS acontecia a primeira chicotada psicológica da época, com o abandono de funções do seu director de campanha, no Estádio do Algarve, Jorge Jesus, demonstrando que os "mind games" que antecederam o jogo funcionaram na perfeição, ganhava ao Benfica e resumia o essencial sobre o jogo com a declaração «o Benfica teve medo do Sporting», logo confirmada pelo próprio treinador do Benfica. Se não quer seguir o caminho do Ascenso, alguém avise Rui Vitória, agora simplesmente Rui, que se os jogadores do Benfica tremeram a responsabilidade só pode estar numa pessoa: no homem que os lidera, a quem faltou a arte e o engenho para virar o discurso de Jesus, por via de uma maior motivação dos jogadores encarnados (visivelmente afectados pelas palavras de Jesus, como se viu no final do jogo pela reacção de Jonas), contra o próprio Sporting. Depois do forte ataque verbal que Jesus lhe fez, Vitória esteve fraco na resposta, a que se soma a posterior exibição medíocre em campo e as declarações no final do jogo, que arriscam tornar o técnico do Benfica, com ou sem justiça, num «banana» aos olhos dos seus jogadores, por contraponto ao homem com a personalidade forte que é a do colega do outro lado da segunda circular. Dirão os defensores de Rui Vitória que este não é arrogante enquanto o actual técnico do Sporting o é, não sendo a arrogância uma virtude. Talvez, mas como demonstra igualmente Mourinho - na época passada, até o demonstrou ao próprio Jesus -, no futebol, não é arrogante quem quer, é quem pode. Jesus, pode. Vitória, não podia, mesmo que quisesse.

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