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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Os governos, existindo maioria absoluta estável a suportá-los, devem ir até ao final da legislatura

Em 2013, tivesse o Presidente da República deitado o executivo abaixo e, naquele contexto, dificilmente a coligação conseguiria obter um resultado eleitoral semelhante ao que vai obter agora no final da legislatura, tendo cumprido e explorado todo o ciclo eleitoral. Na verdade, isto mete em perspectiva a decisão de Jorge Sampaio quando fez cair o governo de Santana Lopes da forma que se conhece. Acto original e vergonhoso, responsável máximo pela única maioria absoluta do Partido Socialista em Portugal. Uma maioria absoluta com as consequências trágicas que se conhecem. Em 2013, valeu à direita Cavaco, porque com um qualquer Sampaio a mesma história ter-se-ia repetido. Aliás, o candidato Nóvoa disse preto no branco qual seria a sua posição.

Eleições antecipadas

Reparem que os portugueses, mesmo depois desta palhaçada toda, estão longe de terem as eleições antecipadas como caminho ideal a seguir. O que não deixa de ser uma coisa chata para os tipos que nos garantem que a esmagadora maioria do povo quer correr com o governo. É que nem com alguns membros do governo a pedirem quase de joelhos para que os tirem de lá, os portugueses querem fazer-lhes a vontade. Claro que isto diz muito sobre a avaliação que o eleitorado faz do principal partido da oposição, bem como da leitura que é feita do que a dependência face à troika significa, mas nem por isso deixa de ser algo surpreendente, sobretudo tendo em conta o discurso instalado entre a maioria dos opinadores da comunicação social que tratam o governo como o carrasco nacional.

A título de curiosidade, andei à procura do que pensavam os portugueses sobre a necessidade de eleições antecipadas aquando da queda de Santana Lopes. Não encontrei propriamente o que procurava, mas dei com isto: maioria defende convocação de eleições antecipadas. Quando o nosso querido José Manuel Barroso se foi, havia uma clara maioria que preferia eleições antecipadas e nem por isso o nosso Jorginho - que agora anda muito ansioso por desejar eleições antecipadas provocadas pelo actual Presidente da República - foi capaz de lhe fazer imediatamente a vontade. Mau Jorginho, muito mau. Os problemas a que nos terias poupado.

Jogo democrático enviesado

Executivo que se preze que governe a pensar em eleições sabe que, se necessárias, as medidas duras devem ser aplicadas em força no inicio do mandato e mais tarde, aproximando-se as eleições, é preciso começar a tentar que a economia ganhe balanço. Cá está: «Chegou o momento do investimento». Vem ai o crescimento. Ou talvez não, porque desta vez a crise é de outra natureza. Mas adiante: esta figurinha, de muito longe o pior Presidente da República pós-25 de Abril que este país conheceu, apesar do ar muito sério que ostenta, não se cansa de mostrar a sua mediocridade, a de quem não pensa além do curto-prazo e, especialmente, no bem-estar dos seus. Entenda-se: o bem-estar de alguns camaradas de partido. Não que discorde da desdramatização das eleições antecipadas, é só os partidos de coligação desentenderem-se de vez e assim entenderem que muito me agradaria ter eleições, até porque se estivesse na posição de Passos Coelho já as teria provocado há muito tempo, recusando-me a seguir um guião forçado que nunca seria o meu. Passos e Portas, que neste jogo do gato e do rato às vezes até parece que querem essas mesmas eleições antecipadas, só não pretendendo ficar com o ónus de as terem provocado, agora até as poderiam provocar e desresponsabilizar-se dos seus efeitos dizendo qualquer coisa como: «todos os partidos de esquerda pediram eleições antecipadas? Aqui as têm, agora não se queixem e assumam as consequências das mesmas». Mas voltemos e terminemos na figurinha já referenciada, o problema desta é que quer um presidente que, à sua imagem e semelhança, deite abaixo um Governo que, até prova em contrária, conta com um apoio inegável e absolutamente maioritário na Assembleia da República. A ideia, que seria apenas a repetição de história já antiga onde a figurinha foi protagonista central, é toda ela original, inovadora e brilhante, toda uma nova forma de centrar o nosso jogo democrático: os ciclos eleitorais dos governos PSD/CDS, denominados «governo de direita», deviam ser reduzidos a metade do ciclo eleitoral, precisamente aquele onde ainda só tiveram tempo de aplicar as medidas duras. Passada a fase mais dura do ciclo, este tem de chegar abruptamente ao fim de forma a dar a oportunidade ao PS de beneficiar da potencial bonança.

Causa e consequência

Sampaio teme que «austeridade rebente com o país». Desculpem se a analogia não é das mais simpáticas, mas também temo que um cancro nos pulmões mate o fumador compulsivo que dele padece. O dr. Sampaio, infelizmente, deixou que o país "fumasse" desalmadamente quando estava ao seu alcance alertar o mesmo para as consequências que dai podiam advir.

Há vida para além do défice

 

Não se pode cumprir o objectivo do défice “a todo o custo”.

 

Nota: o que começa a ser assumido com alguma clareza é que não iremos pagar a nossa dívida. Essa é que é a verdadeira tragédia grega dos países resgatados: se o défice não pode descer bruscamente porque não há condições para o fazer, dado o nível de dívida que têm, o pagamento desta última torna-se impossível. Precisamos de um "perdão" da dívida. Se bem que esse "perdão" tem de ser aceite pelos nossos parceiros europeus, isto se queremos continuar no Euro.

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