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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Este país não existe (2)

No jornal da Ongoing, um dos principais accionista da PT, a capa pertence a um tal de Murteira Nabo que acha que o Estado devia intervir na eventual venda de uma empresa privada através da «mobilização de um conjunto de empresários que possam comprar a companhia em Portugal». Neste país, até para os empresários se mobilizarem é preciso o Estado? Querem melhor exemplo de uma cultura empresarial nacional que só sabe viver debaixo das saias do Estado do que este? Enfim, não é preciso muita inteligência para saber o que o Nabo quer e o porquê de ter de ser o Estado a "mobilizar" os empresários. Nabo ele não é, mas somos nós sempre que chamados a alimentar esta cultura parasita.

Negociatas

Naqueles que se opõem às privatizações, aparece frequentemente o argumento ou sugestão de que estas são uma oportunidade para uns tipos pouco sérios que fazem parte do Governo - e não só - encherem os bolsos e ganharem uns trocos valentes. Longe de mim defender que neste Governo, como em qualquer outro que tenhamos tido, só existe gente séria e honesta, mas perceba-se: se temos governantes pouco sérios e desonestos que querem encher os seus bolsos e os dos amigos, com privatizações ou sem privatizações, eles lá arranjarão forma de encherem os bolsos. Seja em privatizações; na construção de estradas, escolas ou hospitais; na compra de submarinos; ou no licenciamento de projectos tipo Freeport; oportunidades não faltam. Por isso, acenar com esse argumento ou sugestão para tentar travar as privatizações, parece-me coisa com pouco sentido e até, em alguns casos, pouco séria, sobretudo quando vinda de quem estaria na primeira fila a aplaudir efusivamente se em vez de privatizações estivéssemos a falar da construção de TGVs, de aeroportos e de outras coisas mais. Se somos governados por gente pouco séria, as privatizações, como é óbvio, são o menor dos nossos problemas.

Deixar o mercado funcionar

«Na eventualidade de alguma das entidades em causa não ter disponibilidade para integrar o capital da nova sociedade, a Semapa informou os destinatários da referida proposta que encarava como alternativa poder vir a proceder à compra das correspondentes participações na Cimpor por valor não inferior ao acima indicado». Volto ao suposto iliberalismo da decisão do Estado de intervir no processo: a Caixa Geral de Depósitos tem de ter ordens específicas para deixar de favorecer empresários nacionais em negócios deste género. A CGD precisa de capital, também por isso não pode, e deve ter indicações precisas nesse sentido, andar a aventurar-se em novas sociedades para defender supostos «interesses nacionais». Pedro Queiroz Pereira que torne as coisas mais interessantes e avance com a alternativa que sinaliza no comunicado à CMVM, mas para já é uma pena que tal alternativa não passe de mera possibilidade. Até porque se uma proposta de 5,75€ por acção surgir, não vejo motivo para a CGD preteri-la em relação a uma de 5,5€. É preciso é que surja.

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