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Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Os Comediantes

We mustn’t complain too much of being comedians—it’s an honourable profession. If only we could be good ones the world might gain at least a sense of style. We have failed—that’s all. We are bad comedians, we aren’t bad men.

Mr. Brown

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Subconcessão do metro do Porto e dos STCP

Não consigo compreender como é que o governo demorou tanto tempo a tratar do processo que apanha-se agora na situação inadmissível de ter de fechar a coisa a fugir, por ajuste directo - ainda que aproveitando as bases do concurso internacional lançado anteriormente -, em cima das eleições. Tenho Sérgio Monteiro por um tipo muito competente, mas neste caso, à falta de outros dados, foi, no mínimo, imprudente. Esta justificação, no fundo, não abona muito a favor do próprio. Agora, ainda que fosse necessário avançar no imediato - por um mix de pressões de Bruxelas, que as há, e financeiras, que também as há -, não dá para ignorar que uma nuvem negra ficou a pairar sobre o caso. E todo e qualquer barulho sobre o mesmo acaba por ser facilmente justificado.

Acordo de comércio livre?

Independentemente do que se julgue deste tipo de actuação, há uma coisa que digo: tendo começado por considerar positvo algo que foi vulgarmente designado por um «acordo de comércio livre», hoje tenho as maiores dúvidas sobre a natureza do «Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento» e aquilo que é pretendido. Suspeito que, no final, acabaremos encharcados com mais regulação e regulamentação que beneficiará algumas corporações com enorme poder de lóbi. Neste caso, por exemplo, tenho precisamente a mesma inquietação que a revelada por Paul Krugman: «So why do some parties want this deal so much? Because as with many “trade” deals in recent years, the intellectual property aspects are more important than the trade aspects. Leaked documents suggest that the US is trying to get radically enhanced protection for patents and copyrights; this is largely about Hollywood and pharma rather than conventional exporters».

The spider

A quantidade de empresas, ONGs e afins em que aparece o nome de Luís Marques Mendes, sendo este o último caso, para o próprio depois garantir que nunca teve nada a ver com coisa alguma, não deixa de ser supreendente. Este amaranhado de sociedades constituídas não se sabe bem com que fim, onde pontificam nomes de políticos, que será coisa recorrente, não deixa de levantar enorme dúvidas sobre esta gente e as teias que constrõem ou onde se deixaram enredar. Um minúsculo vislumbre do que é, tem sido e continuará a ser o nosso belo regime.

Propaganda e transparência

Começou com o Paulinho, num espírito a lembrar os "melhores" tempos de Sócrates, e hoje a carga continuou com Mota Soares e Paulo Núncio. Os centristas na vanguarda da propaganda governamental, a favor de um orçamento em que só os membros do governo fingem acreditar no valor do défice que lá consta. Entretanto, no tempo da «transparência como nunca existiu em 40 anos» (o que até foi verdade enquanto a troika por cá andou), o Conselho das Finanças Públicas manda avisar que cerca de 40% da austeridade do OE não está especificada.

Dos interesses

Accionista. Assessora. Opinadora (sobre preço-alvo). Extraordinário, não? Já estranho? Nem por isso: ainda este ano, a propósito do BES, tivemos o caso espectacular do Nomura, banco de investimento japonês que apostou forte no BES, que recomendou, no final de Julho, aos investidores a compra de acções do banco português (com um preço-alvo de 1,10€), para passadas poucas horas estas estarem a cair mais de 50% para os 0,17€ (o resto da história é a que já se sabe). Conflito de interesses? É melhor assobiar para o ar.

Transparência

Além disso, recebo todos os meses, por transferência directa para uma das minhas contas bancárias, a quantia denominada Subsídio para Despesas Gerais (SDG) no montante de 4.299,00 € para despesas, pelas quais, estranhamente, o Parlamento Europeu não emite qualquer recibo ou documento que titule esse pagamento. Essa omissão será suprida através de uma declaração pessoal que eu próprio emitirei. De referir que sobre esta última quantia não há necessidade de apresentar quaisquer justificativos para as despesas efectuadas. Ou seja, se fizer as despesas, muito bem, ficam pagas, mas se as não fizer, muito bem também, pois fico com o dinheiro para mim. Trata-se, obviamente, de um expediente para furtar ao pagamento de impostos uma fatia importante da remuneração dos deputados. Uma rica vida a destes eurodeputados. E, neste aspecto específico, fazia-nos falta uma cultura mais exigente como a britânica, por exemplo: The European Parliament insists that the allowance is paid into a personal bank account of each member, a situation that Rebecca personally does not approve of. As Rebecca does not think it is appropriate that this allowance is paid into the same bank account as her salary, she opened a second bank account purely for the purposes of receiving this allowance, most of which is then sent on to the bank account for the Hull office which is managed by the Office Manager. The Parliament does not require MEPs to produce receipts to justify use of this money. However, the major British political parties including the Liberal Democrats demand that their MEPs publish accounts annually, to varying degrees of detail, and that these be verified annually by an accountant.

Modelo falhado

Os briefings diários do Governo acabaram e em seu lugar virão briefings sectoriais. Em Portugal, a transparência é uma prática de muito difícil aplicação. Logo a começar porque não há tradição de termos mecanismos que a promovam e a classe jornalística, no fundo, está tão habituada a fazer da opacidade uma oportunidade para gerar "notícias" que também não gosta muito dela. Mas, também por isso, a dupla Maduro e Lomba, apesar da boa vontade, revelou-se muito verdinha...

Transparência

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, rejeitou hoje que o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares tenha «atacado a imprensa» na resposta ao jornal Público e defendeu que «o Governo tem privilegiado muita transparência». Não espanta: não se imagina Passos sem Relvas da mesma forma que não se imaginava Sócrates sem Silva Pereira. Quanto ao privilégio dado à transparência, parece-me que a escolha de palavras é apropriada: o gosto do ministro Relvas pela "transparência" é tal que até terá ponderado divulgar na internet detalhes da vida privada de uma jornalista.

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